Inovação tecnológica para tornar a Arte acessível: é o que as professoras Judith e Aline tem trabalhado com os alunos do 7º ano, nas aulas de Pensamento Computacional. A proposta é simular, em sala de aula, o funcionamento de um museu tátil, onde pessoas com deficiência visual podem ter a percepção de obras de arte através dos sentidos do tato e da audição.
Para isso, os estudantes produzem peças em alto relevo e usam linguagem de programação para fazer com que a inteligência artificial descreva, de maneira audível, o que está representado em cada uma dessas peças. “Através de uma provocação inicial, os próprios alunos chegaram à conclusão de que uma obra com textura e relevo, complementada com audiodescrição, é a melhor maneira de tornar a arte exposta em uma galeria ou museu acessível para um público maior”, explica a professora Judith Serrano.
De maneira transversal e ativa, os alunos desenvolvem habilidades de lógica, autonomia e busca por soluções inovadoras, além de terem valores como empatia, respeito e senso de coletividade ainda mais intensificados.






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